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Mensagem em Texto - 11 / outubro / 2017

CRIANÇA ÍNDIGO E CRISTAL

Criança Índigo e Cristal na visão Espírita.

 

Lee Carol e Jan Tober (que não são espíritas) lançaram em 1999 o livro “Crianças Índigo”, nos Estados Unidos da América do Norte, narrando à epopeia de crianças especiais, denominadas Índigo, pela coloração azulada de suas auras, identificadas por vários médiuns e ainda não classificadas pela psicologia.
Em Salvador, na Bahia, na década de 1950, Divaldo Franco, psicofonicamente, recebeu do Espírito Ivon Costa, ex-tribuno espírita, mensagem denominada “Espíritas, reverenciai os berços”. Ivon Costa afirmava que cinquenta mil espíritos missionários e quinhentos vultos bíblicos e líderes do progresso humano estavam reencarnando para sustentar a fé e o bem na virada do milênio. Seriam os precursores do mundo de regeneração. E recomendou: “oferecei-lhes desde cedo à EVANGELIZAÇÃO infanto juvenil para que recordem os compromissos assumidos com Jesus na imortalidade”. Divaldo escolheu chamá-los de “Os Programados”, identificando-os com o passar do tempo no Brasil e no Mundo. Mas, orienta: São crianças que devemos educar apelando para a lógica, o bom tom. A criança deve ser orientada, esclarecida, repetidas vezes. Voltarmos aos dias da educação doméstica, quando nossas mães nos colocavam no colo, conversavam conosco, ensinavam-nos a orar, orientavam-nos nas boas maneiras, nas técnicas de uma vida saudável, nos falavam de ternura e nos tornavam o coração muito doce, são os métodos para tratar as modernas crianças, todas elas, índigo, cristal ou não.
O perigo de classificarmos essas crianças é considerá-las seres privilegiados – pois o pior é que apenas algumas crianças são tidas como índigo ou cristal, criando castas, de que os pais se orgulham e sobre as quais projetam seus desejos de grandeza. A identificação de possíveis crianças especiais é altamente problemática e mesmo prejudicial, porque suscitam discriminações, classificações desvantajosas para outras, que não sejam assim consideradas, e para elas próprias, proporcionando um estímulo à vaidade.
Lembremos que Espírito com muita cultura não significa Espírito de grande evolução moral. Temos como exemplo Hither. 
Então, tenhamos bom senso.

Grupo de Estudos Allan Kardec

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